O debate foi morno. Soporífero. Chato. Engessado pelas regras e pela participação de cinco nanicos. Osmar Dias e Beto Richa não fizeram perguntas um ao outro. Usaram as perguntas aos nanicos para tentar atingir o vcerdadeiro adversário.
Paulo Salamuni (PV), Luiz Felipe Bergmann (PSOL), Avanilson Araújo (PSTU), Robinson de Paula (PRTB) e Amadeu Felipe (PCB), os candidato de partidos nanicos, não conseguiram , em nenhum momento, ultrapassar as suas próprias limitações. Cada um escolheu um tema para bater. Salamuni explorou o escândalo da Assembleia, Avaniulson Araujo criticou o comprometimento dos candidatos com o caspitalismno e assim por diante.
No final, o consenso de que Beto Richa se saiu melhor. Entre oputras pela coragem de se posicionar claramente em relação à privatização do Banestado e ao enfrentar questões polêmicas como o pedágio, a falta de segurança pública, o programa de saúde.
Osmar Dias parecia desconfortável como seguidor do modelito do PT e na condição de assessorado por Requião. A cada intervalo Requião fazia questão de monopolizar a atenção de Osmar Dias com suas orientações.
Foto de Pedro Serápio/Gazeta do Povo
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