do blog Política em debate
O ex-governador Orlando Pessuti rebateu as acusações do presidente municipal do PMDB de Curitiba, Doático Santos, que o chamou de “dissimulado” e “traidor”, por ter defendido a dissolução do atual comando do partido na Capital. “Não tenho nada contra o Doático. Para o momento que vive o PMDB precisamos de um novo comando. Se não vamos continuar do jeito que está. Vamos continuar perdendo em Curitiba”, alegou, em entrevista à rádio CBN.
Ele também rechaçou a pecha de “traidor”, atribuída pelo dirigente partidário curitibano. Lembrou que manteve Doático em cargo na Cohapar, quando assumiu o governo. E que sempre foi fiel a Requião. “Eu ajudei o Requião durante 27 anos, ele não me ajudou 27 dias”, afirmou, acusando o antecessor de ter trabalhado para que ele não fosse candidato ao governo.
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